sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Livros de Administração

Em meus planos de leitura em 1999, como minha sexta opção, eu tinha planos de ler "Planejamento Estratégico", de Djalma de Pinho Rebouças de Oliveira, um livro da área de Administração. Comprei-o em um sebo em Goiânia, onde eu então morava. Já tinha alguma noção do assunto, mas devo ter encontrado o livro em uma das muitas andanças que fazia pelos sebos da cidade. Pesquisando pacientemente as estantes dos sebos, fui encontrando sempre coisas interessantes e montando minha pequena biblioteca. Devo tê-lo encontrado em uma dessas andanças.

Depois, como minha sétima opção de leitura eu tinha "Fundamentos da Administração", de Koontz e O'Donnell, um clássico do ramo. Eu sabia desses autores por eles serem referências nas faculdades. Todo aluno de Administração de Empresas estuda Idalberto Chiavenato e seu "Introdução à teoria geral da administração". Eu não fui excessão. Na verdade, tive contato com esse autor, mas não adquiri o livro. Como todo estudante, eu simplesmente tirava cópias de capítulos de seu livro, fazia as provas e seguia em frente. Era um livro caro e eu não entendia a importância de ter minha própria biblioteca. Então, acabei comprando o clássico de Koontz e O'Donnell influenciado pela leitura das cópias de capítulos do livro de Chiavenato, depois de formado. Somente mais tarde vi a importância do livro de Chiavenato e o comprei também, em um sebo em Goiânia.

Ao dizer que pretendia ler Koontz e O"Donnell, eu disse que pretendia ler outros livros de Administração. Isso se deveu ao fato de que ao montar minha lista, em 1999, eu já era formado. Formei-me em 1996. Então, eu tinha já vários outros livros sobre o assunto.

Na verdade, tinha muitos livros na área das ciências sociais e econômicas. Tive a sorte de ganhar um monte de livros de um amigo, mas isso é assunto para outro momento. Quando me referi a outros livros de Administração na minha agenda, referia-me a Koontz e O'Donnell, a Chiavenato, mas também a Lawrence J. Gitman e seu "Princípios de administração financeira".  Este eu comprei em meu terceiro ano na Faculdade, em 1995, na livraria da então Universidade de Anápolis.

Esses eram os livros de Administração que eu pretendia ler em 1999. Se os li ou não direi em breve. Antes, direi dos outros livros que pretendia ler, os livros de Filosofia.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Planos reais de leitura

Meu plano de leitura incluia Og Mandino e seu "A Universidade do Sucesso". Já disse aqui como tomei conhecimento do livro e porque o li. Mas o meu exemplar de Og Mandino foi comprado eu não me lembro onde. Provavelmente eu o comprei em algum sebo em Guaratinguetá. Ou talvez em Anápolis. Não me lembro.

Já os livros de Dale Carnegie, "Como fazer amigos e influenciar pessoas" e "Como evitar preocupações e começar a viver", eu tomei conhecimento de ambos no próprio livro de Mandino. Comprei ambos em um sebo no centro de Anápolis.

Já o livro "Organize-se!", de Sunny Schlenger e Roberta Roesch, eu o descobri numa banca de livros que existia (e talvez ainda exista) dentro da Universidade Estadual de Goiás, em Anápolis, no prédio que fica próximo à Prefeitura da cidade. O que me levou a me interessar por ele foi o fato de eu estar cursando Administração de Empresas naquela instituição de ensino, que na época chamava-se Universidade de Anápolis, ou UNIANA. Mas não foi só isso. Eu já tinha lido alguma coisa sobre organização e métodos, um campo de estudos da Administração, que trata de um assunto bem parecido, só que aplicado a ambientes profissionais e não pessoais ou particulares. De qualquer forma, o assunto já havia antes despertado meu interesse. Afinal, também há um capítulo no livro de Og Mandino que trata de organização. São coisas básicas, mas para quem nunca havia ouvido falar em organização, aquilo me soou muito útil e importante.

O quinto livro da lista, "Como tomar decisões difíceis", é de Donald Weiss. O título diz tudo. É um livrinho fino, mas muito interessante. Depois, pude entender melhor o conceito de tomada de decisões, tão cara aos administradores. Há dezenas de autores que tratam do assunto e a tomada de decisões é uma coisa tida como muito importante. Que decisões eu tinha que tomar na época em que me interessei pelo pequeno livro de Weiss? Não me lembro agora, mas eu precisava relê-lo. E, só para constar, eu o comprei usado em um sebo em Anápolis.

Os demais livros são de Administração e Filosofia. Falarei deles no próximo post.

Por enquanto esses eram os cinco primeiros livros de meu plano de leitura. O que dizer deles?

Há muito o que dizer deles, mas não agora.

Agora vou dormir...

sábado, 24 de setembro de 2011

Mais sobre Conchal e Tujuguaba

Eu sei que já falei sobre o livro que conta a história da cidade onde nasci aqui, mas não falei o suficiente.

Devo dizer que é um livro que eu gostaria de ter escrito, mas agora é tarde. Fico feliz que alguém mais velho, experiente e com mais iniciativa que eu tenha feito seu trabalho com tanto esmero e dedicação.

Parabéns Sandro Ferrari.

Só que eu também disse aqui que estava escrevendo algo sobre meu passado em Tujuguaba, que é um vilarejo ao lado de Conchal e que estão ambos os locais profundamente arraigados um ao outro.

Assim, se alguém se interessar em ler as poucas coisas que já escrevi aqui sobre Tujuguaba, poderá também se interessar em ler algo mais impessoal e técnico sobre o tema aqui, em Núcleos do Conchal.

Espero que gostem de ambos os textos.

Ciclos de desenvolvimento

Quando penso aprofundadamente sobre o que estou escrevendo, por vezes chego a concluir que embora esse blog às vezes não me pareça tão interessante, por vezes ele parece ser a coisa mais importante que posso deixar para a humanidade.

Quando me propus a escrever esse blog, nem sabia o que deveria escrever nele. Agora, passados tantos anos, depois de tantas leituras, porque eu sou quase que seu único leitor, percebo que a vida é composta de ciclos, e que por vezes eles se fecham, se completam e depois tornam a se expandir.

Isso parece confuso agora, mas me parece ser verdade.

Faço um gráfico, um mind map, daquilo que ando pensando e escrevendo. E concluo que, de certa forma, não tive muita escolha, dados aos eventos que vieram a ocorrer em minha vida. Eventos comuns, mas especialmente significativos para mim.

Eu não poderia deixar de estar escrevendo esse blog agora, mesmo que jamais venha a ter benefício algum com ele. Talvez o maior beneficiado seja eu próprio, e esse benefício é inegável. Eu ter percebido que na verdade a vida segue ciclos em si não é nenhuma novidade. Eu já sabia disso antes. Mas agora é diferente: agora é palpável em mim mesmo os ciclos.

Vejam como tudo é óbvio:

Tenho esse blog porque gosto de escrever. Gosto de escrever porque fui obrigado a escrever. Fui obrigado a escrever porque precisava ganhar meu pão. Mas só pude ganhar meu pão porque antes aprendi a ler. Mas só aprendi a ler porque fui obrigado. Agora, escrevo sobre o que aprendi.

Isso é um ciclo.

Não posso escrever sobre o que não sei.

Assim, talvez ensinar seja algo muito nobre, e que justifique a existência desse blog. Ensinar o quê?

Ensinar como as coisas se encaixam, como elas acontecem na vida de uma pessoa, como o acaso ajuda, mas o sistema planejado para ajudar também faz sua parte, bem ou mal.

Acho que aos poucos vou entendendo meu lugar no mundo. Isso é muito bom.

Entendendo meu lugar no mundo!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Og Mandino - Outras influências

Depois de ler Og Mandino pela primeira vez, tive contato com alguns outros livros de auto-ajuda, mas foram poucos, e não muito relevantes.

O próximo livro de auto-ajuda que li, depois de Mandino, foi Dale Carnegie, "Como fazer amigos e influenciar pessoas", depois Carnegie novamente, "Como evitar preocupações e começar a viver". Depois, li livros muito interessantes durante meu curso superior em Administração de Empresas. Seria curioso tentar traçar a influência desses livros de auto-ajuda e outros sobre a decisão de fazer um curso de administração, mas traçar essas influências requer um estudo próprio em momento oportuno.

Durante o curso, um livro em particular ajudou-me a adquirir certos comportamentos e pensamentos. O livro chama-se "Organize-se!", de Sunny Schlenger e Roberta Roesch, e o li em 1995, se não estou enganado. Claro que li outros livros muito importantes, livros técnicos que me passaram conhecimentos valiosos, tanto quanto os livros de auto-ajuda, mas este foi certamente um dos mais importantes.

Depois de formado, somente vim me interessar por livros de auto-ajuda em 1998, quando resolvi parar de fumar. Foram alguns anos de poucas leituras e muito contato com a informática. Era o nascimento da Internet, e livros passaram a ser coisas de interesse secundário naquele momento. Não creio que deveria ter sido diferente, já que a Internet e seu nascimento foi certamente um momento importante e revolucionário demais para o mundo para que pudesse ter passado desapercebido ou negligenciado por qualquer cidadão esclarecido e educado do mundo moderno.

Foi a necessidade de parar de fumar que levou-me a recorrer a um livro de auto-ajuda, e o livro "Como parar de fumar em quatorze dias" cumpriu o que prometia no seu título. A história de um vício merece um capítulo à parte, já que é cheia de detalhes muitíssimo interessantes, de maneira que deve ser melhor tratada em momento oportuno também.

Como um livro de autoajuda se mostrara tão útil na cura de um vício tão sério, voltei a dar a atenção aos livros de autoajuda em geral de maneira mais aprofundada.

Foi somente em 2001 que senti a necessidade de recorrer a um livro de auto-ajuda novamente. Sentindo que passava por um momento particular de minha vida bastante difícil, onde pressentia claramente um começo de depressão, e sabendo que, caso realmente viesse a entrar em um ciclo depressivo profundo, seria não a primeira, nem a segunda, mas a sexta vez, sendo a terceira realmente diagnosticada e compreendida, decidi lutar com minhas próprias armas: os livros.

Claro, procurei ajuda médica, e a depressão, assim como o vício do cigarro, e o curso de administração, merecem tratamentos a parte, mas o fato relevante é que resolvi recorrer a um livro de autoajuda para tentar amenizar o problema.

Eu li "Como evitar preocupações e começar a viver", de Dale Carnegie, além de reler Mandino. Li também "A mola do sucesso", sobre administração de carreiras, mas percebi que se quisesse ter alguma chance de sucesso contra a depressão, deveria passar a ler os livros de autoajuda de maneira diferente das anteriores. Até então eu apenas lia os livros como se fossem romances. Somente com o livro sobre o vício do fumo foi que realmente adotei rigorosamente cada instrução dada pelo autor. Se funcionara com o vício do fumo, deveria funcionar com o livro de Carnegie, sobre preocupações.
Comecei a lê-lo e a colocar em prática aquilo que Carnegie recomendava. Foi então que precisei de um diário, uma agenda, para anotar meus pensamentos e resumos, como ele recomendava, e como eu aprendera lendo Mandino. E assim iniciei minha série de escritos, usando minha tão querida Agenda Ecológica 1999.

Fiz o que Carnegie sugeriu, li ainda muitos outros livros de autoajuda, iniciei a leitura de livros de filosofia e, então, depois de uma melhora considerável, resolvi aplicar o método de Carnegie ao livro de Mandino.

Pois bem. Carnegie sugeria que lêssemos cada capítulo de seu livro duas vezes, e que anotasse a ideia principal, de maneira a melhor fixar a ideia do autor. Fiz isso com o seu livro, criei uma série de frases de impacto extraídas de seus textos, e as colei em uma mini-agenda de bolso, de modo a poder consultá-la a todo momento. E fiz o mesmo com os textos do livro de Og Mandino. Então, para fazê-lo, tive de lê-lo pela terceira vez.

Mas já não foi uma simples leitura. Foi um primeiro estudo sério e sistemático de Mandino, e as conclusões a que cheguei me surpreenderam. E ainda me surpreendem.

Em decorrência desse primeiro estudo sistemático, pude criar um resumo, baseado em minha percepção e conhecimento da época, que merece ser completamente descrito.

Após esse primeiro estudo, não houve mais como parar de estudá-lo e de traçar considerações escritas a respeito de ideias e insights que desde então tenho julgado interessantes. O resumo inicial e as demais considerações merecem ser todos descritos com as minúcias necessárias, para que a lógica de meu raciocínio não se perca.

Vamos a eles, aos resumos iniciais do livro de Og Mandino.

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Texto originalmente criado em 01/10/2009